Livraria

Albert Cossery ou Uma palavra para o dia chegar ao fim (2019)
não (edições)
50 p.

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Nesta peça de Ricardo Cabaça, Albert Cossery dialoga com alguém que está ao seu redor, autobiografando a sua vida através dos seus romances e das personagens egípcias que jamais abandonou, um depoimento que tem como destinatário o futuro, uma espécie de entrevista para um jornalista ausente. Durante a Segunda Guerra Mundial, Albert Cossery aporta a um país e por ele se apaixona. Aquando do final da guerra, esse país passa a ser o seu não-lugar.
Uma palavra por dia bastava a Albert Cossery enquanto escrevia os seus romances.
Encomendar: naoedicoes@gmail.com

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Gaia, Corpo futuro, Dix (2018)
Editora Primata
151 p.

Gaia explora alguns dos campos onde a relação Homem-animal é mais relevante: linguagem, domínio, trabalho, entretenimento e transformação do animal em humano. Seria possível pensar esta peça como um alerta ecológico, porém, em última análise, Gaia é uma possibilidade muito concreta do futuro da Humanidade: a extinção total.
Enquanto esta peça foi pensada e escrita, alguns habitats terão desaparecido para sempre, animais que se juntam aos já extintos.
Corpo futuro é uma peça feminista que parte da perspetiva da História da Arte sobre a figura feminina para chegar a alguns dos crimes mais hediondos. Corpo futuro é o de todas as mulheres.
O pintor alemão Otto Dix voluntariou-se para as duas Guerras Mundiais. Esta biografia bastou-me para entender a sua humanidade.
Encomendar: livraria@tndm.pt (Portugal) / edicoesprimatas@gmail.com (Brasil)

Estadão (João Wady Cury)

Depois da última página + Náufragos (2017)
Edições Húmus (Adab Teatro)
103 p.
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As duas peças presentes neste livro resumem o pensamento humanista do autor.
Depois da última página é uma reunião de personagens da Tragédia Grega para refletir sobre possibilidades: o que acontece depois da última página? Por outro lado, é uma peça que coloca em confronto a tirania do pensamento único de Creonte com o desejo de ser livre de Antígona e Prometeu. Na peça Náufragos assistimos a um episódio hipotético e abstrato de uma travessia no Mediterrâneo, onde um grupo de refugiados chega a uma praia europeia. A utopia e o amor por essa coisa chamada Europa.
Encomendar: angela@humus.com.pt

Depois da última página ágata xavier sábado

Storni-Quiroga (2017)
Licorne Editora
Edição bilingue português-espanhol
124 p.
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Storni-Quiroga é uma abordagem, colagem, viagem e poetização da vida e obra de Alfonsina Storni (1892-1938) e de Horacio Quiroga (1878-1937). Nesta peça testemunhamos o cruzamento do trabalho poético dos dois artistas, ao mesmo tempo que abrimos a cortina da privacidade para o amor avassalador entre os dois, interrompido apenas pelo suicídio de Horácio Quiroga. Na verdade, o suicídio é um tema sensível nesta peça, uma vez que os dois se suicidaram, pelos mesmos motivos, com um ano de intervalo.
Esta peça é também um poema sobre poetas e a linguagem segue o sentido poético das suas vidas, sendo o diálogo poemas em forma de respostas e questionamentos. Storni–Quiroga é ao mesmo tempo, um resgate destas duas figuras importantíssimas e uma homenagem à sua obra.
Encomendareditoralicorne@gmail.com

Stop Motion para Eadweard (2016)
Edições Húmus (Adab Teatro)
46 p.
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Stop Motion para Eadweard é uma peça que relembra a obra do artista em simultâneo com notas da sua biografia. Uma para conhecer Eadweard que assassinou o amante da mulher. Eadweard que foi absolvido desse crime, considerado justo. Eadweard que abandonou o único filho. Mas também Eadweard que impulsionou a ciência em desenvolvimento na sua época e que, com tão poucos recursos, foi capaz de revolucionar o campo artístico da Imagem-Movimento.
A obsessão, a repetição, o inóspito, o caos e o congelamento do tempo e das ações, são alguns dos temas trabalhados por este ser obstinado e certo do seu caminho. Stop Motion para Eadweard é uma homenagem ao cinema, à fotografia e à vontade inóspita de um homem provar a sua arte e o seu nome.
Encomendarangela@humus.com.pt

Morte súbita (2014)
Revista Galega de Teatro #78
23 p.
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Morte Súbita aborda em vários tempos, num só tempo, em várias dimensões geográficas, as ditaduras de Portugal e do Brasil do século XX, ao mesmo tempo que coloca os sistemas políticos atuais num mesmo plano. Morte Súbita é uma reflexão sobre o tempo em que vivemos, sobre o caminho que estamos a seguir e se a liberdade será uma companhia nesse destino. Se a tortura é legitimada pelo poder, por que razão não poderá a resistência ser legitimada pela justiça?
Encomendar: rgtdireccion@gmail.com

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