Banqueiro anarquista

22 de junho 2013 | Maratona Modernista | Teatro Nacional D. Maria II

O TNDM II assinala o início do verão, abrindo as suas portas para uma Maratona Modernista, que conjuga leituras programadas com leituras imprevistas, em locais imprevistos.

Esta será uma tarde inteiramente dedicada à descoberta de textos, citações, manifestos e cartas dos autores da Primeira Geração Modernista. As leituras programadas, feitas por atores profissionais e outros leitores, de textos de Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, entre outros, dão também lugar a leituras imprevistas feitas em vários espaços do Teatro.

“Cá estamos sempre. Orpheu acabou. Orpheu continua”, disse Fernando Pessoa sobre uma das principais publicações do Modernismo em Portugal. Estética por excelência da diversidade, da questionação dos valores estabelecidos ética e literariamente, da euforia face às invenções da técnica, da libertação da escrita literária de todas as convenções e de todas as regras, o modernismo marcou o século XX e afirmou-se como uma matriz da nossa história literária.

Neste dia, voltamos a repetir em voz alta Álvaro de Campos: “Há apenas duas coisas interessantes em Portugal: a paisagem e o Orpheu”.

maratona680_195100966451c043461cfa2

 

Texto | Fernando Pessoa
Adaptação e interpretação | Daniela Rosado e Ricardo Cabaça